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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

“The Resurrection”: História da ressurreição de Jesus Cristo será tema de nova produção de Hollywood

A história da ressurreição de Jesus Cristo é o tema da nova produção para o cinema anunciada em Hollywood. O filme, que está sendo financiado pela LD Entertainment, será dirigido por Kevin Reynolds e contará a história “dos primeiros 40 dias após a ressurreição de Jesus”. A expectativa dos produtores é lançar o filme na Páscoa de 2015.

De acordo com o site The Hollywood Reporter, o filme, intitulado “The Resurrection” (A Ressurreição), contará com roteiro de Paul Aiello, e contará a história através dos olhos de um agnóstico centurião romano que recebe de Pôncio Pilatos a missão de investigar rumores de um Messias judeu ressuscitado e de localizar corpo desaparecido de Jesus, a fim de subjugar um levante iminente em Jerusalém. Junto à sua missão, o centurião viverá também suas dúvidas diante de uma ocorrência tão sobrenatural e seu encontro com os apóstolos e outros personagens bíblicos, o que mudará suas crenças.

De acordo com as informações divulgadas, o filme será produzido por Patrick Aiello, que também foi produtor de “Street Fighter: A Lenda de Chun-Li” e “Motoqueiro Fantasma: Espirito de Vingança”.

O diretor Reynolds, bem contado pelos responsáveis pela produção, tem em seu currículo filmes como “Robin Hood – O príncipe dos ladrões”, “Waterworld”, “O conde de Monte Cristo” e “Tristão e Isolda”. Recentemente ele dirigiu também a premiada minissérie Hatfields & McCoys, estrelada por Kevin Costner.

- Como The Resurrection é de alta prioridade para nós, estamos muito entusiasmados por trabalhar com um diretor tão ousado e talentoso como Kevin – comentou, sobre o diretor, o CEO da LD Entertainment, Mickey Liddell.

- Sua paixão pelo projeto e pedigree de filmes muito bem dirigidos é o ideal – completou Liddell.

GospelMais

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

[COLUNA] DISTANTE DO TRONO: CONFISSÕES DE UM EX-VALADETE - Por Igor Sabino

Durante muito tempo relutei em escrever esse texto, não por vergonha ou por não querer reconhecer meus erros, mas por medo de ser incompreendido e magoar pessoas que amo e respeito. Porém, não posso mais guardar essa experiência apenas para mim. Espero que este não seja apenas mais um desses textos de “apologética” que mais parecem textos de fofoca gospel. Quero compartilhar minha experiência, pois realmente me preocupo com os milhares de jovens que hoje fazem parte do movimento “Gospel” brasileiro e que sequer conhecem o Evangelho verdadeiro e caminham para o inferno.

Minha experiência com a cultura Gospel começou cedo. Nasci em um lar cristão e quando ainda era uma criança o Evangelho fez sentido para mim. Sempre gostei muito de música e comecei a me envolver com o Gospel através dos CD’s infantis do Diante do Trono que eram lançados anualmente. Ao me tornar pré-adolescente, comecei a buscar alguns referenciais em minha caminhada cristã e foi aí que entrei de vez no mundo Gospel. No início, eu ouvia apenas Diante do Trono. Naquela época as músicas do DT ainda eram tocadas com muita frequência nas igrejas e como a internet ainda não era muito acessada ninguém aqui na Paraíba sabia ao certo o que acontecia na Lagoinha. Hoje vejo que muito do que a Ana Paula Valadão prega e faz o que considero errado teologicamente, já era praticado por ela há muito tempo atrás. Foi aí que virei, digamos um “valadete”, embora não goste muito de usar esse termo, pois nunca cheguei a extremos que hoje vejo os fãs do Diante do Trono fazerem.

“Valadete” convicto

Eu sabia todas as músicas, é verdade, mas não era desses de gastar dinheiro com produtos do DT ou ir a todos os shows onde quer que fossem. Eu mesmo nunca fui à BH, tampouco conheço a Lagoinha, a “meca” dos “valadetes”. Ao longo dos dez anos em que acompanhei o DT só participei de 2 gravações e fui a 3 shows, todos aqui no Nordeste. Hoje ao olhar para isso percebo com mais clareza o que me levou a me envolver tanto com o Diante do Trono. Eu realmente amava a Deus e tinha sede por Ele, ao mesmo tempo era um jovem adolescente em busca de referenciais e deslumbrado com o mundo da música e da fama. O que me fez buscar na Igreja aquilo que via meus colegas de escola buscando no mundo, em seus ídolos musicais. O Diante do Trono, era na verdade, uma grande fuga para mim, em uma série de aspectos.

Essa minha relação com o DT começou a mudar de uns dois anos para cá. Mesmo tendo frequentado uma Igreja Presbiteriana desde de criança só então tive contato de verdade com a teologia reformada. Mas por estar em contexto pentecostal, não aceitei tudo de primeira. A partir desse momento, comecei a ver o quanto a cultura Gospel aqui no Brasil se distanciava cada vez mais do Evangelho verdadeiro. Comecei a perceber o quanto o culto estava virando um show e quis me distanciar disso. Fui a alguns shows do Diante do Trono durante esse período e mesmo reconhecendo a idolatria que mantive por eles durante tanto tempo (e me arrependendo disso), já estava apegado demais à “adoração profética”; espontânea. Gostava daquele ambiente em que se repetia diversas vezes as mesmas frases de uma música e de repente Deus “começava a falar”. Palavras proféticas eram liberadas às nações e eu me emocionava. Achava que aquilo realmente era bom.

Viciado em “Adoração Espontânea”

Foi nesse momento em que o DT se tornou insuficiente para mim. Eu queria mais daquilo, eu queria “experimentar” a presença de Deus. Foi aí que descobri a indústria Gospel americana. Aprendi a falar inglês e assim como hoje, meu coração possuía um forte desejo de ser missionário, de influenciar a sociedade com o Evangelho e mudar o mundo! Foi exatamente isso que encontrei em movimentos como o Jesus Culture e a Bethel Church. Só que isso nunca era suficiente para mim. Sempre queria mais e foi aí que a “adoração” se tornou um vício para mim. Eu baixava um novo CD em inglês de “adoração” praticamente todo dia. Nesse período eu nunca deixei de ler a Bíblia, mas ainda assim não conseguia enxergar o meu erro. Necessitava diariamente de um novo hit, de uma nova canção de adoração para “experimentar” a presença de Deus, mas quanto mais eu buscava a Deus dessa forma mais eu me distanciava d’Ele.

Até que nessa minha busca por “adoração” comecei a ler um livro escrito pelo Zach Neeze, um pastor da Gateway Church dos Estados Unidos. Embora ele não seja um autor reformado, nem defenda o princípio regulador do culto, encontrei em suas palavras exatamente a resposta para o que eu estava vivendo. O Zach fala que o movimento de “adoração” está cada vez voltado para nós mesmos, para os nossos gostos e preferências e é por isso que muitas músicas aparentemente voltadas para Deus, tem o intuito de satisfazer apenas o homem. É aí que nos tornamos idólatras de nós mesmos. Após terminar a leitura, percebi que muitas coisas estavam erradas em meu coração, foi aí que me lembrei de uma outra pregação do Zach Neeze aqui no Brasil, em um congresso do Diante do Trono no ano passado.

Cheio de Adoração, mas Distante do Trono

Essa pregação se encontra no Youtube e nela o Zach se utiliza de uma mesa cheia de objetos aparentemente lícitos para explicar o seu conceito de adoração com base atitude de Jesus ao entrar no templo e virar a mesa dos vendedores no templo. Segundo o Zach, adoração é virar as mesas dos nossos corações e tirar tudo o que nos afasta de Deus, até as coisas lícitas, até a “adoração”, em meu caso. Depois disso comecei a pedir a Deus que me mostrasse o que me afastava d’Ele e como eu poderia virar as mesas do meu coração. Confesso que não foi fácil descobrir isso, mas agradeço a Deus por ter me respondido de uma forma que eu nunca poderia imaginar. Lembro-me de alguns dias depois ao me aconselhar com meu pastor sobre outros problemas que vinha enfrentando, algo aparentemente sem nenhuma ligação com isso, o primeiro conselho que ele me deu foi: pare de ouvir as músicas que você tem ouvido, até mesmo as inglês. Desde então, um longo processo se iniciou em meu coração e aos poucos fui percebendo o quanto estava Distante do Trono, mas agradeço a Deus por ser fiel em completar a obra que Ele mesmo começou em mim!

Um culto cada vez mais feminizado

Por fim, gostaria apenas de fazer alguns esclarecimentos com relação à Ana Paula Valadão e aos chamados “valadetes”. Em primeiro lugar, gostaria de esclarecer que em momento algum julgo o coração da Ana Paula ou de qualquer outra pessoa do DT. Ao contrário, creio realmente que eles são crentes fiéis, mas que infelizmente tem trilhado um caminho que embora lhes pareçam bom, não é. Como diz Provérbios 16.2, “Todos os caminhos do homem lhes parecem puros, mas o Senhor avalia o espírito.” Digo isso com base em minha própria experiência acima relatada. Vemos um exemplo claro disso em 2 Samuel 6, quando Davi ao levar a Arca. Embora achasse que estava adorando a Deus de forma correta não estava e trouxe morte ao invés de vida para aqueles que estavam ao seu redor. Infelizmente é isso que tem acontecido com o Diante do Trono.

Milhares de jovens tem seguido a Ana Paula Valadão não para adorar a Deus, mas sim para adorar a ela. A Ana infelizmente não passa de mais uma celebridade gospel, venerada por milhares de jovens. Muitos dos quais não tem referenciais fortes de masculinidade e acabam contribuindo para um culto cada vez mais feminizado e distante dos referenciais bíblicos. Não é à toa que tantos gays seguem o Diante do Trono…

Pelo fim da Cultura Gospel

Faço das palavras do Rodolfo Abrantes na Lagoinha as minhas, e realmente oro a Deus pelo fim da cultura Gospel, pelo fim do mercado Gospel, pelo fim dos cantores Gospel. Oro para que o Evangelho verdadeiro seja pregado no Brasil. Oro para que o show acabe e que Deus seja cultuado da forma que Lhe apraz, não satisfazendo nossas vontades. Oro para que os jovens evangélicos realmente conheçam o Evangelho e se deixem transformar por Ele. Oro para que a “adoração” deixe de ser um ídolo em nossas igrejas. Oro para que outros jovens assim como eu, reconheçam o seu pecado e o deixem.

Em Amor à Vida, personagens da novela serão convidados à inauguração de igreja evangélica; Autor vetou piadas na cena

A novela Amor à Vida deverá apresentar em breve, uma cena de forte conotação religiosa e com referências diretas ao público evangélico.

O autor, Walcyr Carrasco, pediu à produção do folhetim que respeitasse as falas escritas para a cena de forma integral, e exigiu que não fossem feitas alterações ou piadas durante as gravações.

“Nesta cena eu não gostaria que fosse trocada nem uma palavra, não fosse criada nenhuma piada, nada. Estamos lidando com um tema sensível, que são os evangélicos. O texto foi pensado com todo o cuidado para evitar desgastes com a comunidade evangélica”, declarou Carrasco, segundo informações do portal Yahoo!

A cena em questão envolveria as recepcionistas Maristela (Vera Mancini) e Verônica (Miriam Lins), que iriam ao bar de Denizard (Fulvio Stefanini) junto com dois missionários, para falar sobre a inauguração de um novo templo nas proximidades do bar. Os personagens aproveitam, e depois de comentar sobre a igreja, oferecem uma Bíblia à família proprietária do bar, que na trama é situado na Mooca, tradicional bairro paulistano.

Segundo informações veiculadas pelos sites especializados, a direção da Globo teria desistido de transformar a personagem Valdirene em mocinha convertida ao Evangelho. O motivo, seriam os altos índices de audiência que as trapalhadas protagonizadas por Tatá Werneck proporcionam à emissora.

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[A Liga] Programa mostra trabalho de evangelismo em presídios, cracolândia e periferia: “Deus em todos os lugares”; Assista

A edição de ontem, terça-feira, 01/10, do programa A Liga tinha como tema “Deus em todos os lugares”, e mostrou o trabalho de líderes cristãos que atuam em missões urbanas, levando o Evangelho a áreas da sociedade que são marginalizadas e recebem menos atenção das igrejas como um todo.

Na página do programa no portal Band, um infográfico destaca que “as leis brasileiras preveem liberdade religiosa e proíbem qualquer intolerância contra grupo religiosos”.

Os apresentadores d’A Liga foram em locais como a cracolândia, presídios e bairros de periferia onde o Evangelho é levado de maneira prática àqueles que precisam ser alcançados pela mensagem transformadora.

Pastoral Carcerária

O apresentador Cazé foi à Penitenciária I de Franco da Rocha, Região Metropolitana de São Paulo, junto a um grupo de missionárias que atuam há mais de dez anos junto aos detentos, levando a eles o Evangelho.

As missionárias da Pastoral Carcerária afirmaram que não tem “medo nenhum” de ir aos presídios, e que os detentos agem de forma respeitosa: “Eles são muito educados, é a disciplina deles. Se alguém é mal-educado com a gente, eles cobram”.

Lá dentro, forma-se uma roda com os detentos, que se reúnem para ouvir a leitura de uma passagem bíblica, e ouvem um breve sermão. Cazé, impressionado, comenta: “É uma energia muito forte aqui”.

Cracolândia

Thaíde acompanhou o pastor Aranilton Babão na cracolândia do centro de São Paulo, que acompanhado de uma banda de pagode gospel, aborda os dependentes químicos para levar uma mensagem bíblica e distribuir lanches aos moradores de rua e usuários de drogas.

“Enquanto a garota tá ali preparando a próxima pedra, o pastor está ali conversando com o outro irmãozinho, e tentando passar pra ele umas palavras de conforto. Um trabalho que muita gente não tem coragem de fazer. Pelo menos, não desse jeito”, comentou o apresentador, fazendo referência ao crack, droga considerada uma epidemia no Brasil atualmente.

O pastor, emocionado com os relatos de um grupo de usuárias do crack, comenta: “O que a gente precisa é que a igreja se una, cara. Isso tem história, isso tem mãe, isso aqui tem filho. Precisa ver isso, sabe, Thaíde. Isso aqui não é lixo”, afirmou o pastor, usando as gírias comuns ao seu trabalho.

Funk Gospel

A apresentadora Rita Batista acompanhou o músico Adriano Gospel Funk durante um baile gospel promovido por uma igreja na Baixada Fluminense, e acompanhou o trabalho de evangelização.

“Eu acho mais válido você usar a música do que chegar com um papelzinho”, disse Adriano, fazendo referência aos folhetos evangelísticos, muito usados por igrejas em todo o país.

Entre os espectadores, Rita conversou com uma jovem que afirmou gostar do funk gospel por ter “a palavra de Jesus”.

“Ele tem o recurso da brincadeira, mas não perde de vista a palavra de Deus”, resumiu Rita.

Pregação na Madrugada

Mariana Weickert acompanhou a pastora Nildes em seu trabalho de levar a mensagem do Evangelho a travestis, moradores de rua e usuários de drogas.

Integrantes da Igreja do Evangelho Quadrangular, Nildes e seu esposo, Jair, explicam sua motivação para desempenhar o trabalho de evangelização na madrugada de São Paulo: “Quando eu vi as pessoas morrendo de fome, com frio, eu disse ‘esse é um problema meu’”, resumiu.

Na chegada ao local da distribuição dos lanches e cobertores, Mariana e Nildes abordaram um travesti, que contou o que sentia com o trabalho desempenhado pela equipe da pastora: “Entra muita paz no meu coração, entendeu. Fico mais leve, mais feliz, porque eu to num lugar que não tenho família, ninguém pra apoiar”, resumiu.

Na sequência, Mari entrevistou um travesti conhecido como Priscilinha do Pará, que afirmou estar há 17 anos nessa condição. “Eu sou temente a Deus”, disse, depois de relatar que recebe muito pouco pelos programas que faz, e que sempre é agredido.

Emocionada, a pastora afirmou que “Deus não quer que a gente fique dentro das quatro paredes, dentro da igreja, com ar-condicionado, cadeira boa…”, e pontuou: “Todos na igreja tem que sair pra fora”.

Assista à íntegra do programa neste link.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Sony Music anuncia contratação da banda Megafone e lançamento de CD já em outubro

A banda Megafone foi anunciada pela Sony Music como a nova integrante do cast da gravadora, na última semana.

Formada por Silvio Lacerda, Rebeca Lacerda, Thiago White, Abner Anthony, Leandro Bher e Luiz Bahl, a banda está prestes a lançar seu quarto disco, “O Amor Venceu”.

A parceria entre a banda e a Sony Music garantirá a distribuição do novo CD nos formatos físico e digital, além dos três álbuns anteriores.

Segundo a assessoria de imprensa da gravadora, “a partir de 2009, a banda conquistou maior visibilidade no meio gospel participando de grandes eventos no Brasil”, e isso atraiu a atenção da Sony.

“Com uma linguagem muito direcionada ao público adolescente e jovem, a banda Megafone traz um som pop rock bastante contemporâneo e se destacou entre diversas bandas do cenário artístico cristão. Agora passam a integrar o cast da Sony Music e preparam-se para lançar o novo álbum e outros projetos em vídeo. O álbum ‘O Amor Venceu’ deverá chegar às lojas ainda no mês de outubro”, afirmou Mauricio Soares, diretor da Sony, em nota.

Para saber mais sobre o Megafone, visite facebook.com/megafoneofficial.

Downtown Pub apresentar Catedral em Recife/PE - 25 de Outubro de 2013

Quando vai ser?
Sexta - 25 de Outubro de 2013 - 21h (potualmente);

Onde vai ser?
Recife/PE;
Local: Downtown Pub;

Quanto Custa?
Ingressos: 
R$60,00 (inteira);
R$ 30,00 (meia);
Está no ar uma promoção de 200 ingressos com valor de meia-entrada para todos, mesmo quem não tem carteira.

Onde Comprar?
Venda Antecipada pela internet: http://downtownpub.com.br/shows/
Nas Lojas Vagamundo nos Shopping´s;

Quem Vai Participar?
Louvando
Catedral;

Mais Informações?
Telefones: 
(81) 9678.7552 (tim) 
(81) 8475.7325 (Oi) 
(81) 8944.1864 (Claro) 
(81) 3424.6317 (fixo)
Site: http://downtownpub.com.br/shows/;
E-mail: samucaluna@hotmail.com

Apresentadora Ana Maria Braga afirma que rapazes evangélicos estão copiando seu corte de cabelo

Nessa segunda feira (30), a apresentadora Ana Maria Braga fez um comentário inusitado sobre o comportamento dos jovens evangélicos, durante uma conversa com o Louro José no programa Mais Você, da Rede Globo.

De acordo com a apresentadora, de 64 anos, seu corte de cabelo está sendo bastante copiado por “rapazes evangélicos”. Segundo a coluna F5, da Folha de S. Paulo, ela contou que viu essa informação nas redes sociais, mas afirmou que não se importa com o suposto “plágio” ao seu estilo de penteado.

- Me perguntaram o que eu estou achando disso. Eu acho ótimo – afirmou a apresentadora, que disse ainda: – Me sinto muito lisonjeada. Tanto faz se é homem ou mulher que usa o cabelo igual ao meu.

Durante a conversa, Ana Maria Braga falou ainda de seu figurino para o programa e afirmou que está em forma e que veste calças tamanho 34.

GM